O golpe de 1964 mergulhou o Brasil em 21 anos de trevas, tortura e assassinatos, deixando um rastro oficial de 434 mortos e desaparecidos políticos, além do genocídio silenciado de milhares de indígenas e camponeses. Essa herança de autoritarismo não ficou restrita aos livros de história; ela sobrevive na mentalidade daqueles que tentaram rasgar a vontade popular em 8 de janeiro de 2023. A tentativa de golpe recente foi a prova de que os herdeiros da ditadura continuam à espreita, prontos para usar a violência contra a soberania do povo.
Nas eleições deste ano, o perigo é real e tem rosto. Figuras como Flávio Bolsonaro personificam o projeto de quem odeia a democracia e trabalha incansavelmente para blindar golpistas, atacar o sistema eleitoral e manter privilégios às custas da liberdade alheia. Ele representa a face institucional de um movimento que justifica o arbítrio e flerta com o porão. Votar em 2026 é um ato de resistência: é escolher entre o avanço dos direitos ou o retorno ao obscurantismo de quem cultua torturadores. Nossa resposta será nas urnas, reafirmando que o lugar de quem atenta contra a democracia é o banco dos réus, e não o poder. Pela memória de quem tombou e pelo futuro de quem luta: Democracia sempre!
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