A ação da União Brasileira de Mulheres contra o TikTok escancara como a misoginia vira engajamento e lucro, enquanto falta ação concreta para proteger mulheres.
E esse debate está ao Congresso. Apresentei o projeto de lei 3867/2025, que busca responsabilizar plataformas e fortalecer mecanismos de proteção no ambiente digital, justamente diante da incapacidade, ou falta de interesse, das big techs em agir preventivamente.
Quando a violência vira conteúdo, a omissão vira modelo de negócio. Responsabilizar as plataformas é urgente, por justiça e por prevenção.
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