O acordo de terras raras assinado por Ronaldo Caiado com os Estados Unidos é uma afronta direta à nossa soberania e um atropelo flagrante à Lei Maior do país. É inadmissível que um governador tente estabelecer uma política externa e mineral paralela, ignorando que o Artigo 20, inciso IX da Constituição Federal de 88 é categórico: os recursos minerais são bens da União e sua competência é exclusiva. Ao assinar esse termo de 575 milhões de dólares à revelia do Governo Federal, Caiado não busca investimento, mas sim provocar uma tensão federativa deliberada e entregar um patrimônio estratégico do povo brasileiro para interesses estrangeiros.
Essa encenação barata rasga o pacto federativo e desrespeita a nossa Carta Magna, já que nenhuma empresa tem o direito de explorar o nosso solo sem o aval da ANM. Não aceitaremos que o patrimônio estratégico do povo brasileiro seja tratado como mercadoria em balcão de negócios internacional. O Brasil não é colônia, e as nossas terras raras não são moeda de troca para quem quer atropelar a lei e afrontar as instituições nacionais.
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