O incêndio na Ceasa é o retrato de um Rio de Janeiro que ainda arde sob a herança de Cláudio Castro. O episódio desta terça não é um incidente isolado, mas sintoma de um modelo de gestão falido. A Ceasa segue em condições precárias enquanto o projeto político anterior priorizou parcerias obscuras e propaganda em detrimento da manutenção básica. O Pavilhão 22 em chamas é o resultado de um governo que assistiu ao patrimônio público e ao sustento de famílias virar cinzas por falta de investimento e fiscalização rigorosa.
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