O pânico que toma conta dos aprovados em concursos federais não é um delírio, mas um reflexo direto do trauma deixado pela gestão Bolsonaro, que sucateou o Estado e celebrou a redução do funcionalismo como um troféu. A pressão por nomeações imediatas antes das restrições eleitorais de julho revela a urgência de blindar as carreiras públicas contra a ameaça de um governo Flávio Bolsonaro, que promete retomar a "reforma silenciosa" de Paulo Guedes. Reeleger Lula é a única garantia de que o serviço público não será novamente tratado como um gasto a ser cortado, mas como uma ferramenta de cidadania.
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