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taliriapetrone
A Justiça Eleitoral brasileira só consegue condenar um a cada cinco casos de deepfake, o que revela uma vulnerabilidade crítica para as eleições de 2026. Esse dado não é apenas um número, é um alerta urgente: 80% das manipulações digitais circulam sem qualquer freio ou responsabilização efetiva, distorcendo o debate público e enganando o eleitorado. Em ano eleitoral, a tecnologia não pode ser uma ferramenta de fraude contra a vontade popular. Precisamos de mecanismos de identificação rápida e de uma sociedade em alerta máximo para que o voto seja fruto de propostas reais, e não de simulacros produzidos por inteligência artificial. A integridade da nossa democracia depende da nossa capacidade de enxergar através das sombras digitais.

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