Adoecer trabalhando virou regra para quem sustenta serviços essenciais em São Paulo. Pesquisa da Apeoesp mostra o tamanho do colapso: quase todos os profissionais da educação e a maioria na saúde associam sofrimento mental às condições de trabalho. Isso é responsabilidade do Estado. Sem investimento, condições dignas e cuidado com quem cuida, o resultado é esse: exaustão, afastamento e abandono.