Por não aceitar o divórcio, um homem matou os sete filhos, crianças entre 1 e 14 anos, e deixou a mãe e mais uma mulher gravemente feridas. A tragédia aconteceu ontem, no estado da Lousiana, nos Estados Unidos. O feminicídio parece não ter barreiras geográficas por conta de uma cultura estrutural fortemente enraizada que vê o homem como soberano e a mulher como um objeto manipulável. É papel dos estados, mas também dos homens fazer com quem mulheres não sejam meros seres matáveis. Não somos alvos, nos queremos vivas.
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