Não é a primeira vez que São Paulo fica no escuro após um temporal, e isso não é obra do acaso. Falta ação dos negacionistas Tarcísio e Nunes frente à realidade do colapso climático. Mas a ENEL também é diretamente responsável: o resultado da privatização é catastrófico, faltam equipes de trabalho e investimento para previnir que a rede colapse durante as chuvas, tudo para ampliar a margem de lucro.
Quem paga a conta, como sempre, são as famílias sem luz, os comércios parados, os hospitais e equipamentos públicos operando no limite.
Por isso, pedimos uma ação imediata do Ministério Público e da ANEEL. É urgente investigar, fiscalizar e, sobretudo, restabelecer os serviços com prioridade absoluta.
A cidade não pode ficar refém de uma empresa que se mostrou incapaz de responder a emergências e de garantir o básico. Já passou da hora de romper o contrato de concessão e devolver ao controle público um setor essencial para a vida e para a segurança de milhões de pessoas.
Thread
Nenhum Voo ainda