Esta mulher, que aparece segurando uma corda e uma seringa de injeção letal, símbolos explícitos de execução, é Limor Son Har-Melech, atual vice-presidente do parlamento israelense.
Ao lado, seu marido posa com uma arma marcada como “ocupação”, um avião rotulado “expulsão” e uma casa identificada como “colonização”, uma composição que, longe de ser simbólica inocente, mostra uma visão política baseada na violência, no deslocamento forçado e na expansão territorial.
Não se trata apenas de uma imagem chocante, mas de um retrato ideológico, a normalização de práticas que muitos classificam como apartheid, sustentadas por discursos e figuras públicas que tratam a vida palestina como descartável.
Quando representantes institucionais flertam abertamente com esse tipo de narrativa, o problema deixa de ser individual, e passa a ser estrutural.
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