A Justiça do Rio autorizou a argentina Agostina Páez, ré por injúria racial, a deixar o Brasil e voltar ao país dela mediante pagamento de cerca de R$ 97 mil.
Segundo o Ministério Público, ela ofendeu funcionários de um bar em Ipanema com falas racistas, imitou animal e atacou mais de uma pessoa. Tudo registrado. Foram três crimes.
Ela chegou a ser presa, estava com tornozeleira e proibida de sair do país. Agora, simplesmente liberada.
A justificativa é que ela é ré primária, tem profissão e “colaborou”. Mas desde quando isso apaga racismo?
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