O caso da PM Gisele Alves Santana revolta por vários motivos. Uma mulher é assassinada, dentro de um contexto que aponta para feminicídio, e mesmo assim a sensação que fica é de que nada é proporcional à gravidade do que aconteceu.
A família, além de lidar com a dor, ainda precisa correr atrás de justiça, criando abaixo-assinado para algo que deveria ser automático, a perda da patente de quem é acusado de um crime tão grave.
E o mais absurdo, mesmo preso, ele continua recebendo mais de R$ 30 mil por mês.
É difícil aceitar. A mensagem que passa é péssima. Para a família, para a sociedade e para qualquer mulher que já viveu com medo.
No fim, fica a pergunta que não quer calar: que tipo de justiça é essa que ainda mantém privilégios para quem deveria estar respondendo com todo o rigor da lei?
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