A argentina Agostina Páez, envolvida em um episódio de racismo, deixou o Brasil e, já de volta ao seu país, concedeu entrevista tentando mudar a narrativa.
“Embora goste dos brasileiros, passei por uma situação desagradável. Não é que eles sejam maus, mas acontecem muitas coisas erradas no Brasil. Eles tratam os argentinos mal.”
O problema é que racismo não pode ser tratado como um simples “desconforto” ou mal-entendido.
Ao invés de reconhecer a gravidade do que aconteceu, a fala tenta relativizar e ainda generaliza um país inteiro, uma inversão que não apaga a responsabilidade pelos próprios atos.
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