Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo.
Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política.
Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado.
São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições.
Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo.
Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
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