24 anos depois, a memória do massacre de Felisburgo ainda nos atravessa. Não é só lembrança, é ferida aberta na história de quem luta por terra, dignidade e justiça.
Relembrar é um ato de resistência. É afirmar que vidas não serão apagadas, que a violência no campo não pode ser
A memória de Felisburgo realmente não deixa a gente esquecer que a luta pelo campo continua. É triste ver que a ferida tá aberta, mas necessário manter a resistência viva. ✊