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orlandosilva
¡Hasta la victoria siempre! SIM! Foi minha resposta imediata, logo que chamado a participar do Comboio a Cuba, mobilização internacional de apoio e solidariedade ao povo cubano diante de mais um crime de Trump, agora um cerco militar que impede a chegada de combustível até a ilha. Ao me encontrar com o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ouvi dele uma frase que me faz refletir sobre a determinação do seu povo: “Defenderemos a revolução cubana com nossas próprias vidas.” Hoje, em Cuba, tenho testemunhado de perto a resistência de um povo digno que segue lutando. Vejo gente que, mesmo diante de todas as dificuldades impostas por interesses imperialistas, segue defendendo sua soberania com coragem e consciência. Cuba resiste há décadas a um bloqueio econômico cruel, imposto como instrumento de dominação imperialista para asfixiar sua soberania e punir um projeto de país que ousou colocar o povo no centro. O que tenho visto nas ruas, nas instituições e nas organizações populares é o oposto do que desejam seus algozes: um povo consciente, organizado e disposto a defender sua dignidade com a própria vida. Cuba ensina à América Latina e ao mundo que soberania não se negocia, que dignidade não se curva e que mesmo sob as maiores pressões é possível construir um projeto de nação baseado na solidariedade, na justiça social e na centralidade do povo. Sua resistência histórica revela que não há bloqueio capaz de derrotar uma consciência coletiva organizada, e que a verdadeira força de um país está na convicção de seu povo em defender seu próprio destino. Em missão de solidariedade e cooperação humanitária em Cuba, estive ao lado do presidente Miguel Díaz-Canel para reafirmar nosso compromisso histórico: o povo cubano não está sozinho. Defender Cuba é defender o direito dos povos de decidirem seu próprio destino, sem bloqueio, sem intervenção. A história segue sendo escrita pelos que resistem, e Cuba seguirá sendo exemplo de coragem, soberania, luta e REBELDIA! Ao me despedir do Presidente da República lembrei a primeira vez que estive na Ilha, 1996, quando era líder da UNE, recordando uma palavra de ordem: Pátria ou Morte! E ele: VENCEREMOS!

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