Num dia como hoje, há 62 anos, entrávamos numa sombra política que se estenderia até 1985, quando o País começou a traçar a trajetória que o levaria de volta à democracia plena, devolvendo-se ao cidadão o direito de definir, pelo voto, seu próprio destino. Foram, desde então, nove eleições seguidas nas quais o brasileiro pode escolher o presidente da República, errando e acertando como é próprio de um regime democrático.
A gente precisa relembrar o que significaram aqueles tempos para, essencialmente, não voltarmos a enfrentar dias iguais de restrição a direitos que pertencem ao cidadão no Estado Democrático de Direito.
A verdade é que se vê muito pouco de idealismo num movimento que, como saldo principal, deixou uma lista oficial de 434 mortos e um rastro de torturas praticadas em nome do Estado que até hoje não tem uma resposta que tranquilize as famílias das vítimas, que acalme avôs, avós, mães, pais, filhos, filhas, enfim, milhares de brasileiros e brasileiras que seguem a chorar perdas pessoais que o ambiente político da época pode ajudar a explicar, mas não consegue justificar.
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