EU MIRO NA CABEÇA, ATIRO PRA MATAR"
É o bordão tétrico, fúnebre, entoado por alunos de escolas cívico-militares no centro de Florianópolis, a capital mais bolsonarista e negacionista do Brasil, com maior número de núcleos neonazistas, segundo a Polícia Federal.
É isso que querem os admiradores da escola cívico-militar?
Outro dia comentamos sobre a agressão de um PM a um dirigente estudantil que protestava contra um professor acusado de assédio em uma escola no Largo do Machado.
Outras matérias que nós postamos também mostram que sobram castigos e faltam recursos para bibliotecas e laboratórios.
É essa formação de cidadania e cultura que queremos para a nova geração?
Não. Nós queremos cultura profunda, conhecimento da história, cultivar princípios da solidariedade, do amor, o gosto pela investigação científica - e sem negacionismo!
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