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Débora Moura
Saudade daquela imprensa brasileira q fazia entrevista no ponto, sem medo de botar a mĂŁo na massa. Agora tb tĂĄ tudo aquele papo macio, pq nem a gente lembra mais como era cobrar verdade dos poderosos sem virar polĂȘmica.
Matheus Barros
Que saudade insana! Aquele tempo q o entrevistado tava sempre na defensiva era muito mais divertido e aqui em Belém a gente ainda fica animado com perguntas q vão direto ao ponto.

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