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mariadorosario
Quase um ano depois da tragédia da Páscoa de 2025, que levou, em um feriadão estendido, a vida de doze mulheres, o governo estadual anuncia um plano com medidas requentadas e nada de novo. É preciso tratar os feminicídios com mais seriedade, pois, até agora, nenhuma medida resultou na redução dos assassinatos. E, nesta quarta-feira, acordamos com mais uma morte e uma tentativa. É necessário que as leis aprovadas pela Assembleia sejam analisadas em conjunto e implementadas. A sociedade civil deve ser chamada a fazer parte dessa emergência social que vive o Rio Grande do Sul. As recomendações da Comissão Externa são nítidas: mais segurança, portas abertas, nenhuma mulher sem atendimento, nenhum agressor sem monitoramento, planos consistentes e mudanças culturais. O Rio Grande do Sul não pode continuar isolado do Brasil e precisa se somar à luta nacional contra os feminicídios.

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