Apresentei, na semana passada, o Projeto de Lei 1307/2026 para enfrentar uma distorção grave: independentemente de quem comete o crime, feminicídio deve ser julgado pelo Tribunal do Júri, na Justiça comum.
O caso recente em São Paulo, envolvendo um policial militar acusado de matar uma mulher, escancarou mais uma vez o problema: quando o agressor veste farda, ainda se tenta tratar esse tipo de crime dentro da Justiça Militar.
Mas feminicídio não é questão de disciplina interna, é violência de gênero, é crime brutal, é ataque à vida.
Não importa a patente. Não importa a farda.
É um homem matando uma mulher e isso exige justiça de verdade.
Nenhuma instituição pode servir de escudo para a violência. O Brasil precisa dizer, com todas as letras: feminicídio não se relativiza, não se protege, não se esconde! ✊🏻
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