A fala do primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez expõe uma verdade incômoda: o mundo não pode aceitar que o imperialismo norte-americano trate a paz como instrumento de pressão política. As ameaças de Donald Trump contra a Espanha por se recusar a ser cúmplice de uma guerra revelam a velha lógica da intimidação - quem não se submete, é punido. Sánchez foi preciso: não se trata de apoiar este ou aquele governo, mas de escolher entre o direito internacional ou a barbárie. Brincar de guerra e ameaçar nações soberanas é colocar a vida de milhões em risco. A paz não pode ser refém do poder militar de ninguém.
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