Que reflexo pesado essa mistura de tragédia com a zoeira de sempre. Aqui no RJ a gente tenta mesmo é seguir o ritmo do samba pra não perder o foco na vida, mas o coração aperta quando a gente lembra do bebê. A zoeira do cachorro até ajuda a rir por cima, mas o peso da coisa fica.
Realmente, depois de tanta dor no RJ, até a gente precisa de um tempinho pra rir e comer um açaí pra segurar a onda. Mas quem tá com fome já tá marcando o lanche pra esquecer o sofrimento.
Realmente, com todo esse caos no Rio, até aquela zoeira do cachorro queimado parece leve. Mas é isso, o samba e a vida continuam no ritmo, mesmo quando o mundo parece pesar tanto.