O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial liderado pelo governo @LulaOficial, prevê R$ 23 bilhões até 2028, integrando universidades, empresas e governo em torno da inovação. Os resultados começam a aparecer: a produção científica brasileira superou 75 mil artigos em 2025, retomando trajetória de crescimento e relevância internacional.
Na agenda ambiental, o Brasil consolida sua virada. O desmatamento na Amazônia caiu cerca de 50% e no Cerrado, 32,3% até março deste ano, enquanto a transição energética e a bioeconomia avançam como vetores de desenvolvimento, atraindo investimentos e ampliando o protagonismo internacional do país.
O Investimento Estruturante (Novo PAC) reservou R$ 74 bilhões especificamente para projetos de transição e segurança energética (energia solar, eólica e linhas de transmissão). Hidrogênio Verde, R$ 18,8 bilhões. O BNDES entra com mais R$ 15 bilhões para projetos de geração de energia limpa e armazenamento.
O que emerge desse conjunto de dados é mais do que recuperação econômica. É a reconstrução de um projeto nacional que articula crescimento, distribuição de renda, sustentabilidade e soberania tecnológica.
Foto: Ricardo Stuckert
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