O “Estado mínimo” morreu. Viva o Estado indutor do desenvolvimento!
Os papagaios da Faria Lima estão tendo que engolir a própria língua. A cantilena “tem que cortar gastos”, “o governo não fez o dever de casa” “a conta não fecha” caiu em descrédito, não ecoa mais diante dos robustos indicadores positivos dos investimentos, da ampliação do crédito, do crescimento da economia, da renda, do emprego, da redução da pobreza, da fome, do acesso da população aos serviços públicos, enfim, da melhoria de vida das pessoas.
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