Quando uma mulher é assassinada, todas somos.
Bárbara Valim Silva, de 28 anos, foi morta de forma covarde, sem sequer ter a chance de se defender.
Nem a existência de uma medida protetiva foi suficiente para impedir que o feminicídio tirasse sua vida e deixasse dois filhos sem a mãe.
Apaixonada pelo Goiás, Bárbara fazia parte da nossa torcida, da nossa gente, da nossa história.
Hoje, o luto é de todos nós.
Que a memória de Bárbara ecoe como um grito de justiça.
E que nenhuma mulher mais precise ter sua vida interrompida pela violência.
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