A promoção do lavajatista Januário Paludo ao posto de subprocurador-geral da República é um péssimo sinal que o comando do Ministério Público envia à sociedade. Mesmo que tenha sido conferido “por antiguidade” e não “por mérito”, é um prêmio absolutamente indevido a quem atuou, junto com Moro e Dallagnol, numa farsa judicial anulada pelo STF por parcialidade e motivação política contra o presidente Lula. Os métodos da Lava Jato foram repudiados pela comunidade jurídica e a operação provocou um enorme prejuízo ao país e às instituições. Premiar um de seus mais salientes integrantes, como fez ontem o CNPJ, é um desserviço ao Ministério Público e à imagem pública da instituição.
Thread
Nenhum Voo ainda