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gleisi
Tarcísio Freitas e seu chefe Bolsonaro sempre defenderam a privatização de serviços essenciais, como energia e saneamento, mas agora o governador de São Paulo quer jogar a crise da Enel no colo do governo federal. Não é ele o “refém” do contrato da Enel, é a população que foi lesada ao longo de décadas. E não adianta falar agora em intervenção federal, porque Bolsonaro privatizou a Eletrobrás, tirando da União a única empresa que poderia assumir a distribuição de energia em São Paulo.

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