Depois disso, ele retorna pras suas origens e influências nordestinas com “Xodó” e “Eu Vim da Bahia”. Aí o tropicalismo explode daquele jeitinho que ele sabe demais em “Procissão” e “Domingo no Parque”. Vem “Cálice”, a história do país entra em cena — ditadura, censura, silêncio