Quantas Marielles ainda vamos perder? Quantas crianças ainda ficarão órfãs? Essa é a reflexão que nos traz a ministra Cármen Lúcia.
Marielle foi vítima de um feminicídio político, misógino e racista. Não foi um crime isolado. Foi um atentado contra uma mulher negra, de esquerda, eleita pelo PSOL, um partido socialista, que denunciava as milícias e enfrentava os interesses dos poderosos.
Eles acreditaram que matar Marielle não teria consequências, que a impunidade seria certa. Não contavam que Marielle era semente. Oito anos depois, seguimos aqui, exigindo justiça.
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