“Não há como não ser de direita”, diz o goleiro Bruno, assassino de Elisa Samudio, ao se referir ao partido pelo qual pretende se candidatar.
De fato, não há como não ser de direita quando é nesse campo que tantos machistas, misóginos e assassinos de mulheres encontram abrigo. Até agora, não vimos qualquer indignação consistente diante da possibilidade de um feminicida condenado disputar eleições. Mas bastou uma fantasia de carnaval para virar escândalo.
O conservadorismo em lata nunca foi tão explícito.
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