Estarrecedor o caso de estupro coletivo de duas crianças, uma de 7 e outra de 10 anos, que foi descoberto porque a família reconheceu as vítimas em um vídeo nas redes sociais, divulgado pelos próprios abusadores.
Até quando as big techs vão deixar circular esse tipo de conteúdo chocante e criminoso em prol do lucro? É inaceitável.
É por isso que quando falamos de regulamentar as redes sociais estamos falando de proteger crianças. A internet não pode ser terra sem lei e plataforma que impulsiona crimes hediondos.
Minha solidariedade às famílias.
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