Minha total solidariedade à família da Dra. Andréa Marins. É desolador que uma vida inteira dedicada ao cuidado do próximo seja arrancada de forma tão violenta pelas mãos do Estado, que deveria protegê-la.
O que aconteceu em Cascadura no Rio de Janeiro foi o retrato de uma segurança pública desestruturada e sem preparo. Atirar em um carro no meio da rua por "confusão" é roleta russa com a vida dos cidadãos.
Esses "erros" absurdos e "balas perdidas" têm alvo e cor, evidenciando o viés racial que dita quem é visto como ameaça.
Afastamento provisório não basta. A sociedade exige transparência com as imagens das câmeras corporais e punição criminal rigorosa aos envolvidos. Justiça por Andréa!
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