🚨ABSURDO! Culpar a falta de “seguir o evangelho” pelo feminicídio é uma distorção grave e perigosa da realidade. Essa fala desvia o foco do verdadeiro problema: o machismo estrutural, a cultura de controle sobre o corpo e a vida das mulheres e a impunidade histórica que protege agressores.
Rasgar um pacto de enfrentamento ao feminicídio é um ataque direto às políticas públicas que salvam vidas. Quando uma deputada transforma uma tragédia social em sermão moral, ela não apenas ignora dados e evidências, como também desresponsabiliza o Estado e normaliza a violência.
Feminicídio não é falta de fé. É crime. E exige políticas sérias, responsabilidade institucional e compromisso real com a vida das mulheres.
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