"Batidas na porta de frente, é o tempo...". Hoje são exatos seis anos sem ALDIR BLANC. E ele revive, recomeça.
Honrar a memória e a obra do querido Aldir é "acreditar na existência dourada do sol/ mesmo que em plena boca nos bata o açoite contínuo da noite" ("O cavaleiro e os moinhos", com João Bosco).
Aldir, "corsário" libertário, poeta da vila e do mundo, vive, na esperança equilibrista!
Fotos: Vera Siqueira