Cuba vive atualmente uma das mais profundas crises humanitárias de sua história.
A crise energética provoca apagões constantes, a escassez extrema de alimentos e insumos básicos empurra famílias para a fome e hospitais enfrentam dificuldades para manter atendimentos diante da falta de medicamentos e equipamentos.
Soma-se a isso a asfixia externa imposta pelo bloqueio dos Estados Unidos, que restringe comércio, crédito e acesso a recursos essenciais.
Como deputada federal do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras repudio essa realidade, pois o povo cubano não pode ser penalizado por disputas geopolíticas.
O Brasil reafirma sua solidariedade histórica, defendendo o fim do bloqueio, o diálogo internacional e a ampliação da cooperação em saúde, segurança alimentar e energia.
Nossa posição é clara: mais pontes, menos sanções. Mais humanidade, menos isolamento.
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