Eu sempre me percebi uma mulher doce, uma mulher de Oxum. Guiada pela sensibilidade, pelo afeto e pela força das águas.
Mas, diante de tantas tentativas de silenciamento, eu precisei me tornar também uma mulher que se impõe. Não para deixar de ser doce, mas para não ser descredibilizada, diminuída ou apagada.
Eu aprendi que ocupar os espaços que eu sonho exige voz firme, cabeça erguida e coragem. E sigo inteira: doce quando quero, forte sempre que preciso.
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