No auge da violência organizada pelo governo militar, parte da Igreja e centenas de líderes religiosos passaram a ser alvo da repressão do Estado. Ainda assim, Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo de São Paulo, coletou de forma clandestina fundos e manteve encontros com líderes no exterior para alertar sobre as violações de direitos humanos no Brasil. Seu trabalho resultaria na publicação do relatório “Brasil: Nunca Mais”, que confirmou e expôs a prática generalizada da tortura no País. E uma das constatações das mais de 3 mil páginas é de que a máquina de tortura do Estado não havia poupado nem mesmo sacerdotes. Saiba mais no episódio desta semana do podcast "De Cabeça para Baixo", com apresentação de Jamil Chade clicando aqui: www.youtube.com/watch
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