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Mensagens extraídas dos celulares da soldado Gisele Alves Santana, morta em fevereiro deste ano com um tiro na cabeça, com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio, detalham o relacionamento vivido entre os dois. O conteúdo foi obtido pelo repórter Rodrigo Hidalgo, do Grupo Bandeirantes. No dia 2 de fevereiro, o coronel menciona seus gastos mensais e exige sexo de Gisele, que recusa e pede pela separação. Quatro dias depois, no dia 6, Gisele se refere a uma agressão de Geraldo, que responde a ela com termos como "marido provedor" e "mulher submissa". No mesmo dia, ele ainda se exalta e declara termos como "rei", "inteligente", "bonito" e "soberano" para si mesmo. No dia 16, dois dias antes da morte de Gisele, o coronel volta a expressar tons possessivos, referindo-se a si como "macho alfa provedor" e se dirige a Gisele como "fêmea beta e obediente e submissa".

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