A Justiça da Argentina suspendeu trechos da reforma trabalhista do presidente Javier Milei, que previam mudanças nas regras de trabalho e direitos dos trabalhadores.
A decisão é provisória e atinge 82 artigos da lei, segundo a agência de notícias France-Presse. Entre os principais pontos suspensos, estão a redução do valor das indenizações por demissão, a possibilidade de parcelamento das indenizações e restrições ao direito de greve.
A reforma foi aprovada pelo Senado argentino no fim de fevereiro, após uma sessão marcada por tensão, protestos nas ruas e divergências entre parlamentares.
O texto avançou como uma das principais apostas do governo para flexibilizar o mercado de trabalho.
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