RACISMO RECREATIVO TAMBÉM É CRIME
Em 2024, três estudantes da Universidade Estadual de MG cometeram crime de racismo durante um trote, apelidando uma jovem de “bombril”. A vítima denunciou o caso à Justiça e, nessa semana, venceu o processo. Os três deverão pagar R$10 mil cada a ela e ainda cumprir pena de 3 anos em regime aberto.
Em tempos de volta às aulas, o recado foi dado: racismo recreativo também é crime. E as punições são necessárias para que a população entenda que crime não é brincadeira.
Trabalhamos para a expansão da lei de cotas justamente para que o acesso à universidade para pessoas negras seja uma janela de oportunidade para a transformação de famílias. Esse espaço deve ser voltado para a educação, pesquisa e produção de conhecimento.
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