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aniellefranco
Dois anos sem Mãe Bernadete, assassinada na Bahia, vítima de racismo religioso. A dor ainda é um nó na garganta, porque não foi “só” um crime: foi um recado de terror contra o nosso direito de existir com fé e dignidade. Ontem, o Governo da Bahia aprovou a indenização à família, por acordo extrajudicial com participação da União. É um passo de reparação, mas não encerra a luta. Manter o nome de Mãe Bernadete vivo é também transformar luto em responsabilidade: investigação até o fim, proteção a lideranças e políticas que enfrentem o racismo religioso. Seguimos firmes com respostas como a Estratégia Mãe Bernadete, que qualifica atendimento ao racismo religioso. Celebramos o passo dado, mas seguimos no combate ao racismo e a violência de gênero.

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