Ontem, a ONU finalmente reconheceu a escravidão pelo que realmente foi: o maior crime contra a humanidade. O reconhecimento é importante, mas a reparação para a população negra das diásporas é ainda mais. No Brasil, a PEC 27 e o fortalecimento do Sinapir apontam esse caminho. Justiça racial não pode ser promessa eterna. Ela precisa ser política de Estado para uma reparação contínua, até que finalmente superemos os traumas do período da escravidão e também as consequências do racismo em nossa sociedade. Temos muito a avançar, mas a um caminho a ser trilhado. Reparação já!
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