“É muito triste, enquanto servidor público, ter que provar que eu não sou um bandido.”
A frase é de Diego Mesquita, oficial de Justiça em Lajeado, que em 2024, no exercício de sua função, foi chamado de ladrão e teve sua identidade questionada. O motivo? A cor da sua pele. Enquanto um colega branco sequer precisou se identificar, Diego foi humilhado.
Em resposta, um ato por justiça foi realizado nesta terça-feira (21/10), em frente ao Fórum da Comarca.
O racismo, entranhado nas estruturas, revela sua face mais cruel quando a autoridade de um servidor do Estado é invalidada por preconceito. O caso de Diego não é isolado, mas o sintoma de uma doença social que precisa ser combatida.
Justiça para Diego é justiça para todos.
Via @rdindependente
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