A narrativa começou com a caça aos 'professores doutrinadores' e a farsa da 'Escola sem Partido'.
Depois, revelou-se o verdadeiro projeto: esvaziar a educação de seu senso crítico, removendo filosofia, sociologia e artes, para preenchê-la com a disciplina cega e a hierarquia inquestionável do militarismo.
Não foi à toa que esse laboratório do conservadorismo teve início no Paraná, transformando escolas em quartéis e alunos em soldados.
Agora, esse modelo se espraia para São Paulo e outros estados, como um projeto de poder que avança sobre o futuro da nossa juventude.
Nós, que sobrevivemos a esse território hostil, seguimos na trincheira da educação libertadora.
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