Nossa diplomacia nasce do Evangelho: não é tática, mas caridade consciente; não busca vencedores nem vencidos, não constrói barreiras, mas recompõe laços autênticos. Os diplomatas do Papa são chamados a ser pontes: pontes invisíveis para sustentar, pontes firmes quando os eventos parecem ser difíceis de se contornar e pontes de esperança quando o bem vacila.
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