Todos os fatos mostram uma linha do tempo clara: as autorizações, decisões e mudanças que permitiram a atuação de bancos e esquemas criminosos aconteceram entre 2019 e 2021, durante o governo Bolsonaro e sob a gestão de Campos Neto no Banco Central.
O dinheiro de operações aparece ligado a campanhas de figuras como Onyx Lorenzoni, Tarcísio de Freitas e Bolsonaro. Não há qualquer vínculo com o PT ou com o governo Lula.
Não é narrativa. É sequência de fatos documentados.
O Brasil já entendeu que o escândalo do INSS e o chamado “Bolsomaster” têm a mesma origem e os mesmos responsáveis.
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