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PDT_Nacional
O relatório da Câmara Setorial de Enfrentamento ao Feminicídio da ALMT escancara o que todo mundo sabe: em Mato Grosso, mulher morre porque o Estado vira as costas para elas. O documento aponta omissão do governo, falhas em toda a rede de atendimento, pouca execução de orçamento e uma rede de proteção frágil, com apenas oito delegacias especializadas em todo o estado e atendimento 24h só na capital. Enquanto isso, MT segue com taxa de feminicídio acima da média nacional, com mais de dois casos por 100 mil mulheres e municípios como Cáceres, Lucas do Rio Verde e Sinop com índices ainda mais altos. A maioria das vítimas são mulheres jovens, mães e, em sua maioria, não brancas. A presidente do PDT-MT, Miriam Calazans, integra essa Câmara e está cobrando mais delegacias da mulher, expansão da Patrulha Maria da Penha e orçamento específico em todos os municípios para defender a vida das mulheres de Mato Grosso.

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