Essa crueldade não surge do nada. Ela começa dentro das nossas casas e é alimentada por conteúdos que desumanizam mulheres, tratam dor como piada e vendem uma ideia distorcida de masculinidade “forte”, na internet.
Pais, mães e responsáveis, fiquem atentos a alguns sinais no dia a dia se seus filhos:
– usam frequentemente termos como “macho alfa”, “beta”, “simp”, “redpill”;
– fazem piadas constantes com violência contra mulheres;
– consumem vídeos de “gurus” que falam em controlar ou humilhar mulheres;
– mudam na forma de falar de meninas, reduzindo-as a objetos ou números.
Mais do que vigiar, vale conversar, perguntar o que eles estão vendo, ouvir sem julgamento inicial e construir juntos outros referenciais de respeito, afeto e igualdade.
Vídeo: Reprodução/Rede Globo
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