Super-salário no serviço público é algo que nós, do PSOL consideramos, inaceitável. Essa semana, na votação dos projetos que reestruturam as carreiras e reajustam salários de servidores do Congresso, nossa posição foi muito clara.
Recomposição salarial, sim: defendemos reajuste médio perto de 9% (entre 8% e 9%) para servidores efetivos, comissionados e secretários parlamentares. Isso é recomposição de perdas e vale para todo mundo.
Furar o teto, não: fomos contra os mecanismos que abrem brecha para ultrapassar o teto constitucional (hoje em R$ 46.366,19), como a “licença compensatória” que pode virar indenização em dinheiro criando caminho para remunerações extrateto.
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